Você já ouviu falar da iniciativa EscambaCine?

“No começo, os primeiros escambanautas se reuniram em torno da literatura. Mas o Escambau se expandiu. O movimento, natural e fluído, nasceu da necessidade crua e urgente que advém da diversidade artística. “

Das Lendas do Escambau

O primeiro clube a nascer foi o de literatura. Uma coisa linda, nosso clube de leitura foi batizado de Escambaclube, e nos reunimos mensalmente para discutir uma obra selecionada. Dá orgulho de se ver.

O novo clube chama-se EscambaCine, e está a nascer. Embrionário, dá suas primeiras passadas hesitantes em busca de método, regras e datas. Conversa vai, conversa vem e dezenas de escambanautas se escalaram para fazer parte.

Eu ouvi palmas, eu ouvi gritos, eu vi o êxtase. Felicidade.

Do cinema cult ao cinema pipoca; do brasileiro ao sueco e ao israelense; do cinema de arte às animações da Pixar: não haverá limites para nós. Até a Cinderela Bahiana, se pintar, vai rodar.

Porque o Escambau se pretende aberto e quebrador de tabus e barreiras. Pretendemo-nos, desde o início, nos posicionar contra o senso comum e o de-sempre.

E adoramos estar reunidos, conversando sobre bobagens ou coisas sérias, no meio do mato ou na selva de pedra – o importante é nos encontrarmos.

Antes de ser feito de livros, filmes, fotografias, pinturas e músicas, o Escambau é feito de gente. Feito por nós.

E sempre cabe mais um.

Você já ouviu falar da Iniciativa EscambaCine?

Vou te fazer uma oferta irrecusável: vem com a gente?

*    *   *

Agora o resumo da semana:

Na segunda, AJ Oliveira nos mostrou em “A Bienal pelos olhos de quem cria” que a Bienal não serve só para comprar e vender livros, e a importância desse evento para os autores. Tivemos, também, a excelente crítica de Raoni Kachille para o livro “The Hundred Thousand Kingdoms“, de N. K. Jemesin. No fim do dia (bem no fim mesmo!) tivemos o tão esperado Escambacast, focado no encanador italiano mais amado de todos: Mário! Imperdível!

Na terça, Wilson Junior molda seu universo nas “Crônicas de Um Novo Mundo” com o texto “A voz da Montanha“. É ler para crer. Neste dia, também, tivemos a fantástica crônica “O deus de cada um“, pelas mãos de Cícero Almeida.

Na quarta, Sabrina Rolim abre seu peito com um suspiro e uma dor na coluna “(Não) Cutuque a Ferida”, trazendo o revelador e sincero “O grito abafado“.

Na quinta, Tito Prates, biógrafo da Dama do Crime, nos entrega uma pequena-gigante biografia de Agatha Christie. Emerson Braga nos traz sua primeira de muitas “Cartas Imaginárias Para Minha Mãe Louca” – um mergulho na insanidade do Regime Militar no Brasil, pelos olhos de uma de suas muitas vítimas.

Na sexta, Gabriele Diniz nos traz um poderoso conto de horror clássico, revisitando Poe em “O retorno do Gato Preto“. Também neste dia, Emilene Dias traz para as mulheres uma mensagem de força e sororidade em seu texto “Empodere-se“.

no sábado, Vilson Gonçalves faz, em sua coluna “Kapow”, com o texto “Super a Sério“, uma análise profunda sobre o clássico do cinema de super-herói, “Superman”, de Richard Donner (1978). Você precisa ler, com certeza.

*   *   *

E assim foi a nossa semana. E tem mais vindo por aí, viu? Não esqueça de curtir nossa página no Facebook, e de unir-se a nós em nosso grupo, Escambanautas.

Contamos com você!

LEIA TAMBÉM:

  • Lara Forte

    Já quero escambacine <3

  • Emerson Braga

    Sensacional!