Nanowrimo: que bicho é esse?

Você sabe o que é o Nanowrimo?

(   ) Sim
(   ) Não
(   ) É o quê?

Bom, sabendo ou não, lá vai:

O Nanowrimo é um desafio de escritores. Durante todo o mês de novembro, você precisa iniciar e concluir um romance (ou o embrião deste).

‘E o que eu ganho com isso?”, você pergunta, com razão.

  1. Conhecimento e ciência de seus limites;
  2. Entendimento de suas dificuldades, vícios e procrastinações;
  3. Você pesquisa, buscando técnicas efetivas e escrita;
  4. Você se motiva, motiva os outros e recebe motivação (se motivação fosse grana, estaríamos montados em cavalos de dólares);
  5. Você faz amigos all around the world, sem sair de casa (mas pode fazer saindo de casa também);
  6. Compartilha com os outros suas frustrações;
  7. Aprende a trabalhar com planejamento, metas e compensação;
  8. Ganha prática e cria rotina.

São muitos pontos positivos – e alguns negativos – que te farão escrever melhor. Mesmo se (ou quando) você falhar. Eu, por exemplo: na edição do Nano2015, eu falhei nos três primeiros dias; mas o texto que escrevi me encaminhou para um universo de magia e dragões que ainda visito; No Nano2016, desisti na metade, mas foi lá que nasceu o cerne do que hoje é “O Pacto das Trevas”, a narrativa mais longa que já escrevi até hoje (tem aqui no Escambau, viu?).

Enfim: o Nanowrimo exige dedicação, planejamento e metas claras. Por isso, estarei ausente de minha coluna por todo este mês (a não ser por um ou outro textinho, que posso colocar lá, mas não vou prometer muita coisa). Estaremos juntos com vocês nessa jornada: eu, o Wilson e o Moacir estamos planejando algumas coisas, e a gente quer reunir um grupo bacana para que possamos nos ajudar, gerando motivação, dando sugestões… Chega junto, cola na gente e vamos fazer o Escambau brilhar na constelação do Nano2017!

Começa amanhã, viu?

Contamos com vocês, e sucesso nesta empreitada!

P.S.: Segue o link para o NanoBrasil.

Nativo de um século analógico, fã de literatura de FC e Horror. Contista e poeta, escreve por necessidade. Músico e fotógrafo amador, acredita que a beleza do mundo reside no fato de não haver sentido (ou segredo) algum.

LEIA TAMBÉM:

Michel Euclides

Nativo de um século analógico, fã de literatura de FC e Horror. Contista e poeta, escreve por necessidade. Músico e fotógrafo amador, acredita que a beleza do mundo reside no fato de não haver sentido (ou segredo) algum.